Saudades

Vim aqui matar saudades e ver o que aconteceu aos meus amigos bloguista de então.
Depois lembrei-me de postar mais um quadro do Jorge.
A vida? Pois! É como na poesia do António Gedeão:
Depois lembrei-me de postar mais um quadro do Jorge.
A vida? Pois! É como na poesia do António Gedeão:
Aqui não há nada Cibele
a não ser uma alameda estreita
com resques de flores à esquerda e à direita.
As flores são daquelas que eu não gosto,Cibele.
Pretensiosas.
Zínias,dálias, crisântemos, margaridas e rosas.
As flores que eu gosto são das que ningém planta ou semeia,
daquelas que a gente passa e diz; "Olhe,faz-me favor.
Sabe-me dizer como se chama esta flor?"
Não gosto delas, não,
mas à falta de melhor,Cibele
é nelas que cevo a minha solidão.
Todas as manhãs quando aqui passo para as ver
Acaricio-as à flor da pele
e balbucio as palavras que ficaram por dizer.
Assim se vai passando o tempo,Cibele.
a não ser uma alameda estreita
com resques de flores à esquerda e à direita.
As flores são daquelas que eu não gosto,Cibele.
Pretensiosas.
Zínias,dálias, crisântemos, margaridas e rosas.
As flores que eu gosto são das que ningém planta ou semeia,
daquelas que a gente passa e diz; "Olhe,faz-me favor.
Sabe-me dizer como se chama esta flor?"
Não gosto delas, não,
mas à falta de melhor,Cibele
é nelas que cevo a minha solidão.
Todas as manhãs quando aqui passo para as ver
Acaricio-as à flor da pele
e balbucio as palavras que ficaram por dizer.
Assim se vai passando o tempo,Cibele.